quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Meu super herói favorito!

É, chegamos finalmente na fase "super herói" por aqui. Mães de meninas passam pelas princesas e nós, mães de meninos, passamos pelos super heróis. Eu que achei que essa fase nunca chegaria, me enganei redondamente e agora tenho um super herói pronto pra me salvar dentro de casa.

Isso me fez pensar e questionar o quanto é saudável esse contato da criança com esse mundo fantasioso de princesas e super heróis. Outro dia o Mamatraca postou um vídeo bem humorado falando do tema, mais das princesas do que dos heróis, mas a ideia é a mesma. Até que ponto isso é bom ou não para a criança? Será que as meninas vão ficar submissas ao homem se gostarem das princesas e de brincar de casinha? E será que o menino será agressivo se gostar de brincar de luta, de se imaginar como um super herói com super poderes?

Fato é que todas as meninas um dia já se imaginaram como a branca de neve que vai ser salva pelo príncipe encantado e os meninos já se imaginaram salvando o planeta e voando por aí em suas batcapas! Quem nunca brincou de princesa ou de super herói que atire a primeira pedra.

Eu não vejo que essas brincadeiras sejam um problema, desde que nós como mães e pais façamos nossa parte e os eduquemos para o que é certo. Você não estará incentivando que seu filho seja violento se brincar de luta, mas sim se não o ensinar que isso é válido só na brincadeira, mas que na vida real ele não deve bater nas outras crianças. Cabe a nós, pais e mães, ensinarmos o certo e fazer a criança entender o que pode e o que não pode.

Francisco anda na fase de lutas e guerras com seus brinquedos. Anda encantado com os monstros do Ben 10 e Power Rangers e se veste de ninja para salvar o "planeta". Ele ainda curte assistir um dvd do backyardigans, mas a nova onda do momento são os super heróis mesmo: batman, homem-aranha, ben 10 e afins. Acho que faz parte desse universo masculino de se achar o salvador do mundo e das mocinhas indefesas (sic! hahaha).

Eu não incentivei não, se surgir a dúvida entre vocês. Ele foi naturalmente querendo saber mais, brincava de luta com os carrinhos, com os bonecos e agora volta e meia aparece com uma touca enfiada na cabeça dizendo que é o super ninja!

Essa fase talvez sirva para afirmar seu lado masculino e lutador. Será?
Antes me preocupava se essas brincadeiras não o deixariam agressivo de alguma forma, mas não pois ele continua o mesmo. Talvez o fato de extravasar na brincadeira a agressividade faça com que não a tenha na vida real e isso é uma grande vantagem. Ele continua amigo e carinhoso com as outras crianças, como sempre foi. E sempre que possível nós conversamos sobre como é importante ser amigo e defender seus amigos e que não é bacana bater nos outros.

Que as lutas fiquem somente na imaginação!

Resta-me acreditar que é fase, como tantas outras e logo ele se interessará por outra coisa.
Enquanto isso, eu vou curtindo o meu Batman particular!

Eu tenho um Batman só pra mim!!!

E vocês o que acham dessa fase? Seu filho está nela nesse momento?
Comentem, opinem, participem!!!

bjinhos
Ale
;o)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Você tem culpa de quê?

Na cabeça de toda mãe sempre tem um grande ponto de interrogação.
Tô certa?
Parece que desde o momento que recebemos a confirmação de que seremos mães começamos a nos culpar por tudo e nos invade um sem fim de dúvidas e questionamentos sobre os mais diversos assuntos:

- Será que vou ser uma boa mãe?
- Será que eu vou acertar trocar fralda, dar banho, amamentar, etc?
- Será que se eu comer essa coxinha meu filho vai nascer com problemas?

Essas e outras perguntas já passaram pela sua angustiada e culposa cabeça de mãe, né? Garanto que sim. Todas nós, em determinado momento da maternidade, tivemos um sem fim de dúvidas e medos de estarmos sendo péssimas mães.

Corremos aos manuais de como ser uma mãe excelente e isso ao invés de ajudar, piora tudo. De acordo com eles somos realmente péssimas pois não fervemos as chupetas todas as vezes que elas caem no chão, ou não trocamos o bebê assim que ele faz xixi (juro que pra mim era muito difícil perceber o exato momento em que ele fazia xixi e várias vezes o deixei com a fralda cheia - #prontofalei).

Como toda boa mãe que se preze, nascemos com uma culpa do tamanho do mundo! Se você não se encaixa nesse perfil, parabéns! Você deve ser praticamente a única da sua espécie! hehe

Esse papo todo é só pra constatar que ultimamente ando me sentindo a pior das mães. Parece que ando errando mais do que acertando, em diversos aspectos. Tudo o que leio, em todo lugar, parece que é o exato oposto do que eu tô fazendo. E minha eterna culpa materna cai com uma tonelada nas minhas costas.

Confesso que tem dias que é muito difícil me dedicar. Cansa estar disponível para as brincadeiras, pra desenhar, pra contar historinhas infinitas vezes. Simplesmente cansa. Podem me julgar, mas a verdade é que tem vezes que eu quero mais é ficar quietinha no meu canto. Só que depois, eu olho para o Francisco e me sinto a pior das mães. Fico imaginando que todas as mães dos seus coleguinhas estão lá sentadas no chão brincando de carrinho enquanto eu só quero ficar quieta vendo um filme na tv ou lendo meu livro.

Ontem eu estava tentando ver um filme e ele tagarelando do meu lado como sempre faz. E me perguntando mil coisas, mas eu só queria ficar em silêncio. Ele dormiu e eu me senti culpada de não ter dado a atenção devida, de ter-lhe dito que queria um pouco de silêncio. Eu nem acho que ele se importou tanto assim, mas o fato é que a minha culpa veio assim que ele capotou. Que coisa complicada isso né?

Eu sei que tenho mais acertos que erros, mas é difícil não me culpar ainda pelo que erro.
É difícil acertar sempre, em vários momentos vamos errar mesmo tentando fazer o certo afinal somos humanas e cheias de defeitos. E filho não vem com manual de instruções, a gente vai aprendendo errando mesmo.

O lance é aprender com os erros e tentar não errar de novo. Culpar-se não vai mudar nada.

E você, também se culpa por tudo? Ou consegue ser mais relax quando o assunto é criação de filho?
Que tal compartilhar sua experiência comigo?
Esse espaço é nosso para falarmos o que sentimos e temos vontade. Adoro quando vocês participam, comentam, discordam de mim! O blog foi feito para isso, conversarmos sobre esse nosso universo materno tão complexo e ao mesmo tempo tão fascinante!

bjinhos,
Ale
;o)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Tratado sobre a privacidade materna (ou a falta dela)

Você gosta de privacidade, de ficar um tempo sozinha, de ficar quieta no seu canto por um tempo?
Então não tenha filhos.

Estou sendo um tanto radical, eu sei. Mas o fato é que depois que nos tornamos mães dificilmente conseguimos ter privacidade, nem 5 minutos que seja. Se você não é mãe vai me perguntar: por quê? Por que no vocabulário dos filhos você não tem o direito de ir sequer ao banheiro sozinha sem ser incomodada.

Tá achando que eu estou brincando? A tal privacidade antes tão idolatrada começa a desaparecer ainda durante a gravidez! Acha que estou exagerando né? Não, eu não estou. Acompanhe meu raciocínio: Você acabou de descobrir que está grávida e toda feliz corre pro médico pra ver se o baby está bem e se o coração dele é forte que nem um touro. Aí, sem a menor cerimônia, com pressa e sem a menor paciência, o tal doutor coloca um aparelho lá nas tuas partes baixas para fazer o tal exame! Sim, minha flor, lá se foi o seu pudor e todo o seu recato por água abaixo. E nada de jantarzinho, vinho ou preliminares não, no máximo uma meleca lubrificante, e dê-se por satisfeita.

Passado o susto inicial você acredita que agora nunca mais vai precisar passar por esse sufoco e que isso foi só no primeiro exame. Bobinha, durante o pré-natal inteiro, em longuíssimos 9 meses (ou 40 semanas como preferem os médicos) são exames infindáveis, toques nos mais estranhos lugares, apalpações e apertões nos peitos, medições de dilatação de todo tipo. Chega o dia do nascimento e você perderá a conta de quantos médicos e enfermeiras farão "o toque" para saber se já está na hora. Já na mesa de parto a coisa tende a piorar, porque aí não é mais só um médico e sim vários, toda uma equipe te mandando fazer força e empurrar pra sair. Você ali de perna arreganhada, com toda a sua intimidade jogada no lixo (ou melhor na cara do cidadão), com uma dor do cacete infernal e ele mandando você empurrar e fazer força. Fora os comentários dos outros médicos e enfermeiras sobre a dilatação e tal (juro que ouvi um médico dizendo que era pra fazer força como se fosse fazer cocô ou foi por conta do esforço? Vai saber, né?)

Daí o bebê nasce, você tem que amamentá-lo e você não manda na fome do seu bebê. Quando ele quer mamar tem que ser já, não interessa se você está em casa, no escuro do seu quarto ou no meio da rua. Lá vai mais um pudor pro lixo: peito pra fora na frente de todo mundo e que se dane afinal você já está cheirando a leite azedo, despenteada e sem dormir há dias, o que tem de mais se virem teus fartos seios, eles não durarão a vida toda, né? Aproveita e faz caridade pra população!

Então nunca mais você terá um banho sossegada, nem irá ao banheiro sem um choro de bebê ou uma criança trazendo os mais diversos brinquedos e te tirando a concentração.
Você só consegue se "concentrar" pro número 2 se estiver sozinha? Esqueça ou nunca tenha filhos. Afinal isso nunca mais vai ser possível.

Trancar a porta do banheiro? Jamais, nunca, nunquinha. Sabe chute de MMA? É isso que vai acontecer na tua porta se você ousar trancá-la com a criança do outro lado!

Tem também as famosas perguntas aos berros pelo apartamento: ManhêÊÊÊÊ... o que você tá fazendo no banheiro??
Você não responde, finge que não ouviu. A criança insiste: ManhÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ, você tá fazendo xixi ou cocô????
Sabendo que ele não vai parar enquanto você não disser, você responde bem baixinho e ele prontamente vem correndo: Deixa eu ver? E ainda dá tchau!

Sentiu o drama? Pois é.

Sabe aquele banho relaxante que você adorava tomar pra ir dormir tranquila e faceira? Agora imagine relaxar com uma criança entrando no banheiro a cada 2 minutos pra perguntar as mais variadas coisas? Visualizou? Na terceira entrada ele então decide que quer fazer cocô e fica lá conversando com você sobre diversos assuntos ou cantando o novo sucesso da Galinha Pintadinha que você já ouviu trilhões de vezes. Terminado o serviço, limpa o bumbum e grita: Manhê, vê se tá limpo? Ou pior, pede pra você limpar e você tem que sair no meio do banho, se enrolar na toalha e ir lá limpar.

Relaxou?

Ser mãe é nunca mais ter um minuto sequer de privacidade e simplesmente amar saber que jamais estará sozinha novamente.


Bjinhos
Ale
;o)

PS: Estou voltando, meninas! Eu sei que o blog está abandonadinho, mas prometo escrever com mais frequência! ;)


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Em breve teremos novidades!




De repente você descobre que está grávida. E com essa descoberta um misto de sentimentos começa a surgir dentro de você. Ou você buscava há muito tempo por esse resultado positivo ou você não estava programando engravidar tão cedo. Os dois sentimentos são muito comuns e trazem com eles uma série de perguntas, questionamentos, ansiedade pelo que vai acontecer, dúvidas quanto à alimentação e o que fazer para criar um filho nesse mundo tão cheio de problemas. Todos nós sabemos da imensa responsabilidade que é ter um filho hoje em dia e também o custo disso. 

O que você acharia de ter alguém para ajudá-la a passar por essa fase tão linda e tão especial? 
Seria perfeito não? Foi pensando nisso que estamos preparando um projeto totalmente novo e único. 

Em breve você poderá contar com alguém para ajudá-la nesse período. 

Aguarde e fique ligada!!!

beijinhos
Ale
:o)

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