Pois é, Francisco tá de férias na escola!!!
E eu?? Ficando doida! hehe.
Bom, como deve acontecer com a maioria das mães, férias escolares é hora da gente se virar em 20 pra distrair o filhote. Por aqui não tem sido diferente. Eu trabalho em casa, então a coisa fica ainda mais embolada, pois além do trabalho e de todas as coisas que tenho pra terminar essa semana, ainda tem almoço, roupa pra lavar e outras coisas da casa, e tem é claro o pequeno querendo atenção.
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Férias escolares, e agora?
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
SLING? Ãããh?? O que é isso?
Eu prometi que a Isa do blog "Um dia de cada vez" voltaria para nos falar mais sobre o Sling. Então está aqui o primeiro post da Isa explicando um pouco mais sobre o Sling! Aproveitem!!!
bjinhos
Ale
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bjinhos
Ale
SLING? Ãããh?? O que é isso?
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Como estimular seu bebê: o primeiro ano
Como prometido a série Como estimular seu bebê está de volta. Agora vou transcrever um pouco do primeiro ano do bebê e uma atividade para ser feita com essa faixa etária.
Pra quem tá chegando agora e não está entendendo nada, dá uma olhada no post "Como estimular seu bebê".
No primeiro post eu trouxe atividades para os bebês maiores, na faixa etária dos 24 aos 36 meses. Agora vou tratar do primeiro ano, mais especificamente de 0 a 3 meses.
Como no post anterior volto a explicar que tudo o que está descrito aqui, foi extraído do livro"150 jogos para estimulação infantil" de Jorge Batllori e Victor Escandell. Para conhecer todas as atividades você deverá adquirir o livro (vale a pena!).
A seguir a descrição do Primeiro Ano do Bebê.
Pra quem tá chegando agora e não está entendendo nada, dá uma olhada no post "Como estimular seu bebê".
No primeiro post eu trouxe atividades para os bebês maiores, na faixa etária dos 24 aos 36 meses. Agora vou tratar do primeiro ano, mais especificamente de 0 a 3 meses.
Como no post anterior volto a explicar que tudo o que está descrito aqui, foi extraído do livro"150 jogos para estimulação infantil" de Jorge Batllori e Victor Escandell. Para conhecer todas as atividades você deverá adquirir o livro (vale a pena!).
A seguir a descrição do Primeiro Ano do Bebê.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Como estimular o bebê.
Essa semana comprei um livro maravilhoso com atividades para estimulação infantil. Pena não ter adquirido o mesmo logo que o Francisco nasceu. Recomendo o livro como um belo investimento pois é maravilhoso, além de ricamente ilustrado com desenhos e fotos maravilhosas. O livro chama-se "150 jogos para estimulação infantil" da Editora Ciranda Cultural (vale a pena conferir outros títulos da Editora, eu estou encantada com muita coisa deles, logo vou comprar outros).

O livro propõe jogos e atividades para estimular o bebê desde o nascimento até os 3 anos. E é todo dividido por etapas.
Lendo o mesmo me surgiu a ideia de publicar algumas atividades propostas no livro para que você possa trabalhar com o seu bebê, mas vale a pena comprar pois tem muita coisa bacana, viu? Fica a dica! Então farei uma série com atividades para estimulação infantil com o que eu encontrar de mais bacana nesse livro e em outros artigos por aí.
O livro propõe jogos e atividades para estimular o bebê desde o nascimento até os 3 anos. E é todo dividido por etapas.
Lendo o mesmo me surgiu a ideia de publicar algumas atividades propostas no livro para que você possa trabalhar com o seu bebê, mas vale a pena comprar pois tem muita coisa bacana, viu? Fica a dica! Então farei uma série com atividades para estimulação infantil com o que eu encontrar de mais bacana nesse livro e em outros artigos por aí.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Estamos de volta!
Oi pessoas,
Mil desculpas pela demora em atualizar o blog. Mas é que voltar das férias é uma coisa complicada, até agora não coloquei minha casa em ordem ainda.
Temos tantas novidades que hoje resolvi dar uma passadinha pra atualizar um pouco, senão acabo esquecendo metade das coisas lindas que meu pequeno anda aprontando.
Primeiro segundo em casa e ele surtou, começou a correr feito um doido pela casa, subir em todos os lugares (até os mais improváveis) e eu correndo atrás feito uma doida. Claro que os tombos foram inevitáveis. Acho que ele quis fazer num dia o que sempre desejou em meses e não conseguia, mas tudo tem consequências né? Enfim, depois de uns 5 ou 6 tombos (alguns de cabeça) e eu correndo pra arrumar a mala, salvar o pequeno de outra enrascada, lavar calçada, trocar a lâmpada queimada, pegar água pro Chico, limpar o banheiro, ufa... ele cansou sossegou e a televisão nos salvou por alguns preciosos minutos com olhos grudados na dita cuja. (Mais uma vez paguei minha língua e tive que apelar para a tv).
Agora já estamos um pouco mais adaptados, depois de uma semaninha bem estranha, com o ritmo totalmente louco.
O dicionário linguístico do Chico tem aumentado consideravelmente. Cada dia ele aparece com uma palavrinha nova. Já temos o abis (abrir), ag (água ou suco), paiz(mais), aqui, mamanhê, papaiê, Ode (Rose a diarista), ápido (rápido), titia.
A mais lindinha veio ontem, totalmente inesperada. Eu falei que tava com vontade de comer bolo ele me olhou e prontamente fez um biquinho lindo e disse "boulo". Daí eu falei para ele pedir pro papai e ele foi...
- Papaiê, qué boulo (fazendo biquinho - eu filmei! Logo converto e posto aqui!).
Entre as muitas novidades foi que ele cresceu da noite para o dia e eu não percebi. Juro pra vocês que foi assim mesmo que aconteceu. Cheguei em casa e fui colocar um tênis que ele usou até dia desses e não é que o tênis não entrou??? Pois é, daí resolvi provar os tênis que ele ganhou do primo e que estavam gigantes antes das férias e que eu (santa ignorância) só achei que serviriam no inverno. Pois bem que a maioria está certa no pé dele e tem alguns que estão até apertados. aiai. Como criança cresce assim? Então, em um mês o Francisco passou do 19 para o 22/23 - sem escalas! As roupas foram ainda mais engraçadas, no auge do desespero quando percebi que metade dos sapatos dele não serviam mais resolvi também provar as roupas. E algumas camisetas já estão mais pra miniblusa! hahaha
E lá se vão 3 sacolas de roupa para doação ou troca (alguém se habilita?). Em outra oportunidade gostaria de tocar nesse assunto aqui no blog, pois muita gente tem preconceito com roupa usada. Grande bobagem! Criança cresce muito rápido e perde roupa que é uma beleza. Eu dei roupas do Francisco que ele nunca usou e outras que ele até aproveitou bastante mas estavam novinhas. O Chico ganhou muita roupa de dois primos dele e eu sempre usei tudo. É ótimo pois se eu fosse comprar metade das roupas que ele ganhou, tava lascada. Roupa e sapato de criança é muito caro pro tempo que são usados. Dei algumas roupas do Francisco sem uso, completamente novas. Acho muito importante essa reciclagem de roupas de bebê. E sobra grana pra coisas que não tem jeito e você tem que gastar de qualquer maneira, como as fraldas, por exemplo.
Então é isso. Hoje foi um post de atualização das atividades. Logo voltamos com todas as novidades e as voltas às aulas! Ufa... estamos ansiosos por isso.


[caption id="attachment_651" align="aligncenter" width="300" caption="Hey, onde vcs estão indo?"]
[/caption]



Algumas fotos do Chico com os amigos Henrique (3 meses mais velho que ele) e Felipe (o amigo mais velho que ele adora).
bjinhos,
;o)
Mil desculpas pela demora em atualizar o blog. Mas é que voltar das férias é uma coisa complicada, até agora não coloquei minha casa em ordem ainda.
Temos tantas novidades que hoje resolvi dar uma passadinha pra atualizar um pouco, senão acabo esquecendo metade das coisas lindas que meu pequeno anda aprontando.
Primeiro segundo em casa e ele surtou, começou a correr feito um doido pela casa, subir em todos os lugares (até os mais improváveis) e eu correndo atrás feito uma doida. Claro que os tombos foram inevitáveis. Acho que ele quis fazer num dia o que sempre desejou em meses e não conseguia, mas tudo tem consequências né? Enfim, depois de uns 5 ou 6 tombos (alguns de cabeça) e eu correndo pra arrumar a mala, salvar o pequeno de outra enrascada, lavar calçada, trocar a lâmpada queimada, pegar água pro Chico, limpar o banheiro, ufa... ele cansou sossegou e a televisão nos salvou por alguns preciosos minutos com olhos grudados na dita cuja. (Mais uma vez paguei minha língua e tive que apelar para a tv).
Agora já estamos um pouco mais adaptados, depois de uma semaninha bem estranha, com o ritmo totalmente louco.
O dicionário linguístico do Chico tem aumentado consideravelmente. Cada dia ele aparece com uma palavrinha nova. Já temos o abis (abrir), ag (água ou suco), paiz(mais), aqui, mamanhê, papaiê, Ode (Rose a diarista), ápido (rápido), titia.
A mais lindinha veio ontem, totalmente inesperada. Eu falei que tava com vontade de comer bolo ele me olhou e prontamente fez um biquinho lindo e disse "boulo". Daí eu falei para ele pedir pro papai e ele foi...
- Papaiê, qué boulo (fazendo biquinho - eu filmei! Logo converto e posto aqui!).
Entre as muitas novidades foi que ele cresceu da noite para o dia e eu não percebi. Juro pra vocês que foi assim mesmo que aconteceu. Cheguei em casa e fui colocar um tênis que ele usou até dia desses e não é que o tênis não entrou??? Pois é, daí resolvi provar os tênis que ele ganhou do primo e que estavam gigantes antes das férias e que eu (santa ignorância) só achei que serviriam no inverno. Pois bem que a maioria está certa no pé dele e tem alguns que estão até apertados. aiai. Como criança cresce assim? Então, em um mês o Francisco passou do 19 para o 22/23 - sem escalas! As roupas foram ainda mais engraçadas, no auge do desespero quando percebi que metade dos sapatos dele não serviam mais resolvi também provar as roupas. E algumas camisetas já estão mais pra miniblusa! hahaha
E lá se vão 3 sacolas de roupa para doação ou troca (alguém se habilita?). Em outra oportunidade gostaria de tocar nesse assunto aqui no blog, pois muita gente tem preconceito com roupa usada. Grande bobagem! Criança cresce muito rápido e perde roupa que é uma beleza. Eu dei roupas do Francisco que ele nunca usou e outras que ele até aproveitou bastante mas estavam novinhas. O Chico ganhou muita roupa de dois primos dele e eu sempre usei tudo. É ótimo pois se eu fosse comprar metade das roupas que ele ganhou, tava lascada. Roupa e sapato de criança é muito caro pro tempo que são usados. Dei algumas roupas do Francisco sem uso, completamente novas. Acho muito importante essa reciclagem de roupas de bebê. E sobra grana pra coisas que não tem jeito e você tem que gastar de qualquer maneira, como as fraldas, por exemplo.
Então é isso. Hoje foi um post de atualização das atividades. Logo voltamos com todas as novidades e as voltas às aulas! Ufa... estamos ansiosos por isso.
[caption id="attachment_651" align="aligncenter" width="300" caption="Hey, onde vcs estão indo?"]
Algumas fotos do Chico com os amigos Henrique (3 meses mais velho que ele) e Felipe (o amigo mais velho que ele adora).
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
18 meses de vida!
É, ele tá crescendo! Muito e muito rápido.
Hoje é um dia importante: 1 ano e 6 meses!!!
E quanta coisa mudou nesse período. Tá cada dia mais esperto e mais ativo, cada dia uma novidade. Anda muito independente e esperto, uma loucura. Já sabe como me testar e faz isso constantemente. Quando quer alguma coisa faz aquela carinha de safado e, claro, consegue tudo. Anda, também, muito teimoso e não desiste de alguma coisa diante do primeiro não. Tem certeza que o computador, o celular, o telefone de casa, o controle remoto e o inalador são seus objetos pessoais, e nem tente tira-los de sua mão.
Algumas de suas manias:
- Gosta das coisas do seu jeito e não há o que o faça mudar de ideia.
- Gosta muito de frutas, mas nunca as come se tiverem no mesmo prato. Gosta de come-las cada uma por vez e em pratos diferentes. Não mistura comidas de jeito nenhum. (Nisso não puxou pro pai - hehehe)
- É muito exigente e com mania de organização. Gavetas sempre fechadas, tampas de qualquer coisa fechadas. Se abro o perfume ele tem que fechar e rápido, o mesmo serve para pomadas, shampoo ou qualquer outra coisa.
- Mas adora abrir uma gaveta e tirar tudo de dentro e mostrar-me que tá tudo desorganizado para que eu possa arrumar prontamente, senão reclama da demora.
- Gosta das mãos limpas, exige que passemos álcool antes de comer. E limpa a mesa também. (Será mania pós gripe? Não sei)
- Tem uma personalidade forte e é muuito temperamental.
- Vê o filme do Parangolé repetidamente, insistentemente. E não tente colocar outro dvd!
- Só gosta de assistir desenho no quarto da vó e reclama se ela muda de canal.
- Continua com a mania de comer bolinha de lã, não tanto quanto antes (ainda bem!).
- Faz música com qualquer barulho e dança. Aliás, no carro só fica quieto quando ligo o rádio senão é uma choradeira.
- Só come pão sem nada dentro. E se tentar enganar ele abre e reclama que tem algo diferente.
- É louco por carrinhos e bola, bem moleque mesmo.
- Adora uma câmera fotográfica. (Porque será né?)
- Não é simpático com ninguém à primeira vista, mas depois de um tempo é um palhaço e vive querendo fazer as pessoas darem risada.



Como não poderia ser diferente o amor parece que aumenta a cada dia com cada novidade: com um carinho no rosto espontâneo, com um sorriso quando chego para buscá-lo na escola, quando cai e pede socorro, quando bate o soninho e a única coisa que passa é um abraço apertado e um beijo no pescoço.
Amor que me faz acordar de madrugada pra ver se está coberto ou pra fazer um mamá se está com fome. Amor que não importa mais nada nem ninguém no mundo.
Amor imenso que faz um pedaço do coração viver fora do peito e atender pelo nome de Francisco! O meu Francisco.

Feliz 18 meses, meu filho!
bjinhos,
Mamãe
;o)
Hoje é um dia importante: 1 ano e 6 meses!!!
E quanta coisa mudou nesse período. Tá cada dia mais esperto e mais ativo, cada dia uma novidade. Anda muito independente e esperto, uma loucura. Já sabe como me testar e faz isso constantemente. Quando quer alguma coisa faz aquela carinha de safado e, claro, consegue tudo. Anda, também, muito teimoso e não desiste de alguma coisa diante do primeiro não. Tem certeza que o computador, o celular, o telefone de casa, o controle remoto e o inalador são seus objetos pessoais, e nem tente tira-los de sua mão.
Algumas de suas manias:
- Gosta das coisas do seu jeito e não há o que o faça mudar de ideia.
- Gosta muito de frutas, mas nunca as come se tiverem no mesmo prato. Gosta de come-las cada uma por vez e em pratos diferentes. Não mistura comidas de jeito nenhum. (Nisso não puxou pro pai - hehehe)
- É muito exigente e com mania de organização. Gavetas sempre fechadas, tampas de qualquer coisa fechadas. Se abro o perfume ele tem que fechar e rápido, o mesmo serve para pomadas, shampoo ou qualquer outra coisa.
- Mas adora abrir uma gaveta e tirar tudo de dentro e mostrar-me que tá tudo desorganizado para que eu possa arrumar prontamente, senão reclama da demora.
- Gosta das mãos limpas, exige que passemos álcool antes de comer. E limpa a mesa também. (Será mania pós gripe? Não sei)
- Tem uma personalidade forte e é muuito temperamental.
- Vê o filme do Parangolé repetidamente, insistentemente. E não tente colocar outro dvd!
- Só gosta de assistir desenho no quarto da vó e reclama se ela muda de canal.
- Continua com a mania de comer bolinha de lã, não tanto quanto antes (ainda bem!).
- Faz música com qualquer barulho e dança. Aliás, no carro só fica quieto quando ligo o rádio senão é uma choradeira.
- Só come pão sem nada dentro. E se tentar enganar ele abre e reclama que tem algo diferente.
- É louco por carrinhos e bola, bem moleque mesmo.
- Adora uma câmera fotográfica. (Porque será né?)
- Não é simpático com ninguém à primeira vista, mas depois de um tempo é um palhaço e vive querendo fazer as pessoas darem risada.
Como não poderia ser diferente o amor parece que aumenta a cada dia com cada novidade: com um carinho no rosto espontâneo, com um sorriso quando chego para buscá-lo na escola, quando cai e pede socorro, quando bate o soninho e a única coisa que passa é um abraço apertado e um beijo no pescoço.
Amor que me faz acordar de madrugada pra ver se está coberto ou pra fazer um mamá se está com fome. Amor que não importa mais nada nem ninguém no mundo.
Amor imenso que faz um pedaço do coração viver fora do peito e atender pelo nome de Francisco! O meu Francisco.
Feliz 18 meses, meu filho!
bjinhos,
Mamãe
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Feliz Dia das Crianças!!!
[caption id="attachment_552" align="aligncenter" width="460" caption="Aqui pode, mamãe?"]
[/caption]
Tem coisa mais gostosa do que ser criança e testar os limites? Não, né?
Meu pequeno está na fase desafiador, aventureiro.
Olhos e ouvidos abertos, vai piorar... hahaha.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
bjinhos,
;o)
Tem coisa mais gostosa do que ser criança e testar os limites? Não, né?
Meu pequeno está na fase desafiador, aventureiro.
Olhos e ouvidos abertos, vai piorar... hahaha.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!
bjinhos,
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A ligação!
Ando sem tempo de atualizar o blog, muito trabalho!!! Ufa.
Mas, esses dias consegui uma cena do Chico que vale a pena. O meu pequeno anda cada vez mais conversador e de vez em quando aparece com novidades. Agora quando pega o telefone bate altos papos. Eu só consegui pegar a conversa pela metade, ele já estava há um tempo andando com o telefone na mão e conversando com o papai. Até risadas ele dá, imitando a gente quando fala no fone.
Vejam e aproveitem.
(participação especialíssima da Dna. Nilza, a vovó mais coruja do planeta).
E já estou preparando vários posts sobre os últimos acontecimentos do pequeno. Aguardem!
bjinhos,
;o)
Mas, esses dias consegui uma cena do Chico que vale a pena. O meu pequeno anda cada vez mais conversador e de vez em quando aparece com novidades. Agora quando pega o telefone bate altos papos. Eu só consegui pegar a conversa pela metade, ele já estava há um tempo andando com o telefone na mão e conversando com o papai. Até risadas ele dá, imitando a gente quando fala no fone.
Vejam e aproveitem.
(participação especialíssima da Dna. Nilza, a vovó mais coruja do planeta).
E já estou preparando vários posts sobre os últimos acontecimentos do pequeno. Aguardem!
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Nascimento dos dentinhos do bebê
Os pediatras são enfáticos em afirmar que o nascimento dos dentes não causam grandes problemas para o bebê, além de gengiva inchada e baba. Mas toda mãe sabe que com o nascimento dos dentinhos podem ocorrer diversos outros incômodos. Esse é um assunto recorrente para toda mãe, pois até o nascimento de todos os dentes de leite vamos ouvir muuuuito falar disso e nos preocupar ainda mais.
Pois então que estamos passando por essa fase chata e incômoda nesse exato momento. E com os dentes rasgando a gengiva do Chico, vieram também muuuita febre e falta de apetite, além de um mau-humor de lascar. Embora o pediatra afirme que uma coisa não tem a ver com a outra, toda vez que algum dentinho começa a aparecer na boca dele, junto temos dois ou três dias de febre, baba, falta de apetite e diarreia. Logo que o dente consegue rasgar a gengiva e despontar tudo passa instantaneamente.
É uma fase normal e que vai passar, mas convém ficar alerta e observar se é isso mesmo que está causando esse transtorno. Em tempos de gripe A, é bom ficarmos de olho quanto aos sintomas que o bebê está apresentando.
A seguir coloquei em tópicos algumas dúvidas comuns das mamães durante essa fase. Se você tiver outra dúvida que não conste no post sobre esse assunto, pergunte. Estamos aqui pra aprender umas com as outras.
- Qual a idade certa pra aparecerem os primeiros dentinhos?
Essa é a pergunta mais comum das mamães e papais. Eu mesma tinha minhas dúvidas. Bom, os primeiros dentes do bebê podem aparecer até os 3 primeiros meses, mas esse período varia de criança para criança. Alguns nascem com dentinhos (muito raro, mas pode ocorrer) e outros demoram até quase um ano para terem seus primeiros dentinhos. Não fique preocupada se o dentinho do seu filho demorar para aparecer, é absolutamente normal.
O Chico teve seu primeiro dentinho aparecendo por volta dos três meses, mas ele só foi despontar realmente lá pelo 5º mês. No início do terceiro mês ele começou a babar muito e tava com a gengiva muito inchada e vermelha.
Outra característica que pode ajudar a mãe a perceber que o dente está vindo é que eles começam a colocar de tudo na boca pra coçar a gengiva. Se achar necessário, compre alguns mordedores, compramos dois tipos para ele nessa fase e foi bem legal, pois ajudava a coçar e aliviava um pouco o incômodo.
Mas pode ser que seu filho não goste tanto assim de produtos comprados como ajudante para coçar a gengiva e escolha objetos dos mais variados para esse fim:
[caption id="attachment_512" align="aligncenter" width="413" caption="Esse é muuuuito melhor para coçar a gengiva, manhê!"]
[/caption]
[caption id="attachment_513" align="aligncenter" width="413" caption="Meu primeiro dentinho tá vindo e quem paga é o pato!"]
[/caption]
É importante para a mamãe de primeira viagem observar bem os sintomas e estar atenta nesse período, pois ele poderá colocar tudo o que encontrar na boca para aliviar a dor e a coceira.
- Usar ou não medicamento para aliviar a dor?
Bom, na altura muita gente me dizia pra usar um tal produto(*) que promete aliviar esses incômodos. Mas eu questionei o pediatra sobre o uso e ele me informou que o mesmo não é indicado. Ele me disse que o produto não faz nada além de anestesiar o local, o que pode ser um problema para os bebês já que os mesmos podem engasgar com a saliva abundante que o nascimento do dente provoca. Ele me disse, ainda, que a coceira e o incômodo são necessários para esse processo natural e que o fato do bebê coçar com algum objeto não tem o menor problema (claro que devemos oferecer algo seguro para isso, né?). Eu optei por não usar o produto, achei o risco dele maior do que o problema da coceira e do nascimento dos dentes.
- A falta de apetite pode estar relacionada com o nascimento dos dentes?
Sim. Outro grande vilão nessa fase é a falta de apetite. O nascimento dos dentes geralmente é a fase em que o bebê se recusa a comer. E você vai ficando desesperada, pois oferece de tudo e ele rejeita. Fique tranquila, tente oferecer alimentos gelados e frios como frutas, pãozinho e iogurte. Parece que o alimento frio é mais fácil pra eles comerem do que os quentes. Eles aceitam melhor. Logo que o dente sair ele volta a comer normalmente.
- Em quanto tempo nascem os dentinhos?
Outra dúvida das mamães de primeira é sobre a duração do nascimento dos dentinhos. Pois bem, essa fase não costuma durar mais que 3 ou 4 dias. E todos os sintomas (febre, diarreia, falta de apetite, baba, bochechas vermelhas, assadura, coriza, salivação excessiva) também devem cessar nesse período. Por isso devemos estar atentas aos sintomas e sempre levar ao pediatra pra ver se é só isso mesmo o que está acontecendo. Não hesite em ligar para o pediatra se você tiver dúvidas.
- A importância da higiene bucal desde cedo.
É muito importante fazer a higiene bucal do bebê desde o nascimento. Hoje você pode achar nas farmácias uma escovinha que se encaixa no dedo própria pra essa higiene, mas se quiser pode usar uma fraldinha úmida (como nossas avós faziam sem problema ;o)). O importante é o bebê se acostumar com a higiene e com a sua mão na boca dele desde cedo. Vai ser mais fácil ele gostar de escovar os dentes quando for mais velho. Após o nascimento dos dentes devemos começar a escová-los sempre. Depois que nasceram os dentinhos eu usava somente a escova de dentes com água para higienizar. Existe no mercado algumas pastas sem flúor para essa fase (leia a embalagem e veja pra que idade a pasta é indicada), mas eu só comecei a usá-la quando o Chico já estava mais velho (por volta dos 11 meses mais ou menos).
- Qual o tempo entre o nascimento de um dente e o surgimento dos outros?
Esse período também pode variar de criança para criança. No meu caso demorou muuuuito para aparecerem os outros dentinhos. Se aconteceu com seu filhote, não se preocupe que é normal. O Chico ficou com os dois dentinhos de baixo por quase 6 meses. Só então começaram a despontar os de cima. Mas quando esses vem parece que os outros vão se animando e saem um após o outro.
[caption id="attachment_514" align="aligncenter" width="413" caption="só os de baixo por um bom tempo"]
[/caption]
[caption id="attachment_515" align="aligncenter" width="413" caption="com 11 meses vieram os de cima"]
[/caption]
(Chico já está com 6 dentinhos em cima e 4 bem vistosos em baixo. Fora os dois últimos que estão nesse momento rasgando sua gengivinha de baixo e provocando os mais diversos incômodos. )
E essa semana tivemos todos os sintomas do nascimento de mais dentinhos e como já estou escolada neles logo percebi a causa da febre alta, da irritação, da baba, da falta de apetite e da diarreia. Lá estavam os mais novos companheiros do Francisco, logo ao lado dos primeiros dentinhos que ele ganhou. Depois de três dias de febre e todo o resto, agora já podemos observar os novos amiguinhos bem bonitinhos.
E, segundo reza a lenda, agora eles virão um após o outro. Já estou me preparando para todos eles com muita paciência e calma.
Esse assunto é extenso e muitas outras dúvidas poderão surgir no percurso. Se eu deixei de falar de alguma coisa comente, pergunte. E também participe contando suas experiências nessa fase, é muito importante a sua participação.
bjinhos,
;o)
(*)PS1: resolvi não colocar o nome do produto para o dentinho do bebê, se você decidir usar consulte primeiro o pediatra do seu bebê, ok?
PS2: Todas as fotos desse post são de minha autoria. Se quiser usar em outro lugar, entre em contato comigo, por gentileza!
Pois então que estamos passando por essa fase chata e incômoda nesse exato momento. E com os dentes rasgando a gengiva do Chico, vieram também muuuita febre e falta de apetite, além de um mau-humor de lascar. Embora o pediatra afirme que uma coisa não tem a ver com a outra, toda vez que algum dentinho começa a aparecer na boca dele, junto temos dois ou três dias de febre, baba, falta de apetite e diarreia. Logo que o dente consegue rasgar a gengiva e despontar tudo passa instantaneamente.
É uma fase normal e que vai passar, mas convém ficar alerta e observar se é isso mesmo que está causando esse transtorno. Em tempos de gripe A, é bom ficarmos de olho quanto aos sintomas que o bebê está apresentando.
A seguir coloquei em tópicos algumas dúvidas comuns das mamães durante essa fase. Se você tiver outra dúvida que não conste no post sobre esse assunto, pergunte. Estamos aqui pra aprender umas com as outras.
- Qual a idade certa pra aparecerem os primeiros dentinhos?
Essa é a pergunta mais comum das mamães e papais. Eu mesma tinha minhas dúvidas. Bom, os primeiros dentes do bebê podem aparecer até os 3 primeiros meses, mas esse período varia de criança para criança. Alguns nascem com dentinhos (muito raro, mas pode ocorrer) e outros demoram até quase um ano para terem seus primeiros dentinhos. Não fique preocupada se o dentinho do seu filho demorar para aparecer, é absolutamente normal.
O Chico teve seu primeiro dentinho aparecendo por volta dos três meses, mas ele só foi despontar realmente lá pelo 5º mês. No início do terceiro mês ele começou a babar muito e tava com a gengiva muito inchada e vermelha.
Outra característica que pode ajudar a mãe a perceber que o dente está vindo é que eles começam a colocar de tudo na boca pra coçar a gengiva. Se achar necessário, compre alguns mordedores, compramos dois tipos para ele nessa fase e foi bem legal, pois ajudava a coçar e aliviava um pouco o incômodo.
Mas pode ser que seu filho não goste tanto assim de produtos comprados como ajudante para coçar a gengiva e escolha objetos dos mais variados para esse fim:
[caption id="attachment_512" align="aligncenter" width="413" caption="Esse é muuuuito melhor para coçar a gengiva, manhê!"]
[caption id="attachment_513" align="aligncenter" width="413" caption="Meu primeiro dentinho tá vindo e quem paga é o pato!"]
É importante para a mamãe de primeira viagem observar bem os sintomas e estar atenta nesse período, pois ele poderá colocar tudo o que encontrar na boca para aliviar a dor e a coceira.
- Usar ou não medicamento para aliviar a dor?
Bom, na altura muita gente me dizia pra usar um tal produto(*) que promete aliviar esses incômodos. Mas eu questionei o pediatra sobre o uso e ele me informou que o mesmo não é indicado. Ele me disse que o produto não faz nada além de anestesiar o local, o que pode ser um problema para os bebês já que os mesmos podem engasgar com a saliva abundante que o nascimento do dente provoca. Ele me disse, ainda, que a coceira e o incômodo são necessários para esse processo natural e que o fato do bebê coçar com algum objeto não tem o menor problema (claro que devemos oferecer algo seguro para isso, né?). Eu optei por não usar o produto, achei o risco dele maior do que o problema da coceira e do nascimento dos dentes.
- A falta de apetite pode estar relacionada com o nascimento dos dentes?
Sim. Outro grande vilão nessa fase é a falta de apetite. O nascimento dos dentes geralmente é a fase em que o bebê se recusa a comer. E você vai ficando desesperada, pois oferece de tudo e ele rejeita. Fique tranquila, tente oferecer alimentos gelados e frios como frutas, pãozinho e iogurte. Parece que o alimento frio é mais fácil pra eles comerem do que os quentes. Eles aceitam melhor. Logo que o dente sair ele volta a comer normalmente.
- Em quanto tempo nascem os dentinhos?
Outra dúvida das mamães de primeira é sobre a duração do nascimento dos dentinhos. Pois bem, essa fase não costuma durar mais que 3 ou 4 dias. E todos os sintomas (febre, diarreia, falta de apetite, baba, bochechas vermelhas, assadura, coriza, salivação excessiva) também devem cessar nesse período. Por isso devemos estar atentas aos sintomas e sempre levar ao pediatra pra ver se é só isso mesmo o que está acontecendo. Não hesite em ligar para o pediatra se você tiver dúvidas.
- A importância da higiene bucal desde cedo.
É muito importante fazer a higiene bucal do bebê desde o nascimento. Hoje você pode achar nas farmácias uma escovinha que se encaixa no dedo própria pra essa higiene, mas se quiser pode usar uma fraldinha úmida (como nossas avós faziam sem problema ;o)). O importante é o bebê se acostumar com a higiene e com a sua mão na boca dele desde cedo. Vai ser mais fácil ele gostar de escovar os dentes quando for mais velho. Após o nascimento dos dentes devemos começar a escová-los sempre. Depois que nasceram os dentinhos eu usava somente a escova de dentes com água para higienizar. Existe no mercado algumas pastas sem flúor para essa fase (leia a embalagem e veja pra que idade a pasta é indicada), mas eu só comecei a usá-la quando o Chico já estava mais velho (por volta dos 11 meses mais ou menos).
- Qual o tempo entre o nascimento de um dente e o surgimento dos outros?
Esse período também pode variar de criança para criança. No meu caso demorou muuuuito para aparecerem os outros dentinhos. Se aconteceu com seu filhote, não se preocupe que é normal. O Chico ficou com os dois dentinhos de baixo por quase 6 meses. Só então começaram a despontar os de cima. Mas quando esses vem parece que os outros vão se animando e saem um após o outro.
[caption id="attachment_514" align="aligncenter" width="413" caption="só os de baixo por um bom tempo"]
[caption id="attachment_515" align="aligncenter" width="413" caption="com 11 meses vieram os de cima"]
(Chico já está com 6 dentinhos em cima e 4 bem vistosos em baixo. Fora os dois últimos que estão nesse momento rasgando sua gengivinha de baixo e provocando os mais diversos incômodos. )
E essa semana tivemos todos os sintomas do nascimento de mais dentinhos e como já estou escolada neles logo percebi a causa da febre alta, da irritação, da baba, da falta de apetite e da diarreia. Lá estavam os mais novos companheiros do Francisco, logo ao lado dos primeiros dentinhos que ele ganhou. Depois de três dias de febre e todo o resto, agora já podemos observar os novos amiguinhos bem bonitinhos.
E, segundo reza a lenda, agora eles virão um após o outro. Já estou me preparando para todos eles com muita paciência e calma.
Esse assunto é extenso e muitas outras dúvidas poderão surgir no percurso. Se eu deixei de falar de alguma coisa comente, pergunte. E também participe contando suas experiências nessa fase, é muito importante a sua participação.
bjinhos,
;o)
(*)PS1: resolvi não colocar o nome do produto para o dentinho do bebê, se você decidir usar consulte primeiro o pediatra do seu bebê, ok?
PS2: Todas as fotos desse post são de minha autoria. Se quiser usar em outro lugar, entre em contato comigo, por gentileza!
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Musicalização: quando chega a hora do bebê fazer música?
Eu já comentei em outro momento que o Francisco está fazendo Musicalização Infantil na UFPR, mas prometi falar detalhadamente sobre o assunto, pois acho que ele é extremamente importante e merece um post detalhado.
Certamente você já ouviu falar que crianças que escutam música clássica quando pequenas tornam-se mais inteligentes, não é mesmo? Esse é o chamado "Efeito Mozart" e ele tem fundamento para especialistas da área “Ao ouvirem músicas clássicas, de estrutura mais complexa, a criança facilita a ocorrência de determinados padrões neurais necessários para atividades superiores, culminando numa maior facilidade em lidar com a matemática e o xadrez, por exemplo", afirma a pedagoga Erica Pereira.
Já durante a gravidez, o bebê pode usufruir dos benefícios da música. “Foi comprovado que mães que ouvem música durante a gravidez e continuam a sua prática no pós-natal têm crianças com níveis de inteligência e de capacidade de aprendizagem superiores às crianças que não mantém a prática da música”, revela a pedagoga.
Sabendo de tudo isso, eu comecei o ensino musical do Francisco durante a gravidez, pois sempre tentei ouvir muita música de qualidade, entre elas: jazz, clássicos, blues, palavra cantada, Beatles, e tudo o que surgisse e eu achasse interessante para o bebê. E como sempre fui fã de música, isso não foi problema nenhum. Então ele foi crescendo no ventre cercado por todo o tipo de música, o pai também tocava muito violão pra ele enquanto ainda estava guardadinho na minha barriga.
Quando nasceu, logo de cara começou a ouvir música também, não tinha como ser diferente. Instalamos um som no quarto dele e gravei um cd especialmente pra ele, o Dorminhoco, com uma seleção que vai de Beatles para bebês, Mozart, uma coletânea de clássicos dos mais variados, Canções de Ninar, Palavra Cantada até Sade Abu e Norah Jones. E sempre, mas sempre mesmo, em toda soneca ou hora de dormir, a música o acompanha e embala seu soninho. E eu tenho absoluta certeza da memória musical intrauterina dele. Como eu sei disso? Bom, uma das músicas que fazia ele mexer muito na barriga era "Por Elise", sempre que eu ouvia essa música ele mexia muito, chutava, ficava louco na barriga. Depois que nasceu, é só colocar essa música e ele automaticamente vai se acalmando e dorme.
Bom, mas você vai me perguntar como a musicalização infantil entrou nessa história. Pois bem, como já era de imaginar o Chico virou fã de música, de parar tudo o que tá fazendo quando passa um clipe na tv, ou mesmo dançar com a cabeça com um comercial e apontar pro som quando está desligado.
Então um amigo me falou do projeto de Musicalização Infantil da UFPR. Ele havia matriculado os filhos e achava que ainda tinham vagas. Liguei correndo pra eles, mas segundo a moça que atendeu as vagas já haviam sido preenchidas. Mas ela me falou pra aparecer no dia da aula e conversar com a professora, quem sabe eles não abriam uma exceção.
A turma de bebês era aos sábados, 9:30h da madruga. E lá fui eu, com bebê nos braços, num frio tipicamente curitibano, munida do meu charme incrível de mãe de primeira viagem, batalhar pela tal vaga pro Chico. Claro que a professora se encantou com ele e a vaga estava garantida! Eba! Desde então, todo sagrado sábado estamos lá, faça chuva, frio ou sol - pra Francisco curtir, brincar, cantar, bater palmas e interagir com outras crianças.
[caption id="attachment_454" align="aligncenter" width="367" caption="Francisco durante a aula, com toda a turminha!"]
[/caption]
Ele começou a música quase junto com a escola e a interação com outras crianças do mesmo tamanho também. E fissurado do jeito que sempre foi por música, logo estava totalmente ambientado.
Mas você vai me perguntar: ele nem tinha um ano ainda, como é aula de música pra essa idade?
Claro que ele não fica sozinho lá e sai cantando e dançando todas as músicas. A aula para os pequenos é acompanhada dos pais que interagem junto, cantam, babam e ajudam o pequeno a participar e sociabilizar. O desenvolvimento deles é visível em cada nova aula. O Francisco no começo não participava tanto, mas logo começou a imitar as coreografias das professoras e em casa eu estimulava cantando as mesmas musiquinhas no banho e nas brincadeiras.
O projeto é muito bacana e vale a pena participar. No final do semestre foi feita uma aula aberta para pais e familiares babarem por seus pequenos músicos.
Se você é de Curitiba e quiser conhecer o projeto, acesse o site deles aqui. Mas com certeza em sua cidade deve haver algum projeto parecido. Vá conhecer e, se puder, leve seu filho. Está provado que a música é essencial para o desenvolvimento do bebê. Não só pelo gosto musical, como também por seu intelecto e capacidade de raciocínio lógico.
Especialistas são categóricos em afirmar que não há idade certa para a criança entrar em contato com os instrumentos musicais. “Desde bebê é importante estimulá-la a bater um tambor ou somente tocar nas teclas de um piano. E, com o crescimento, ela começa a criar sua própria identidade e é capaz de escolher os instrumentos que mais a agradam”, ensina a pedagoga Érica.
E se você ainda tem dúvidas que a música é extremamente importante para o desenvolvimento do seu filho, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriram que após seis meses tendo aulas de piano, crianças pré-escolares tinham desempenho 34% melhor em testes de raciocínio do que aquelas que não tinham nenhum treino. E também que a música é capaz de facilitar o aprendizado da língua oral nativa e mesmo estrangeira.
A musica é muito importante para as crianças em todo o período de desenvolvimento. Portanto, estimule seu filho a desenvolver seu talento musical. Você não vai se arrepender.
bjinhos,
;o)

Certamente você já ouviu falar que crianças que escutam música clássica quando pequenas tornam-se mais inteligentes, não é mesmo? Esse é o chamado "Efeito Mozart" e ele tem fundamento para especialistas da área “Ao ouvirem músicas clássicas, de estrutura mais complexa, a criança facilita a ocorrência de determinados padrões neurais necessários para atividades superiores, culminando numa maior facilidade em lidar com a matemática e o xadrez, por exemplo", afirma a pedagoga Erica Pereira.
Já durante a gravidez, o bebê pode usufruir dos benefícios da música. “Foi comprovado que mães que ouvem música durante a gravidez e continuam a sua prática no pós-natal têm crianças com níveis de inteligência e de capacidade de aprendizagem superiores às crianças que não mantém a prática da música”, revela a pedagoga.
Sabendo de tudo isso, eu comecei o ensino musical do Francisco durante a gravidez, pois sempre tentei ouvir muita música de qualidade, entre elas: jazz, clássicos, blues, palavra cantada, Beatles, e tudo o que surgisse e eu achasse interessante para o bebê. E como sempre fui fã de música, isso não foi problema nenhum. Então ele foi crescendo no ventre cercado por todo o tipo de música, o pai também tocava muito violão pra ele enquanto ainda estava guardadinho na minha barriga.
Quando nasceu, logo de cara começou a ouvir música também, não tinha como ser diferente. Instalamos um som no quarto dele e gravei um cd especialmente pra ele, o Dorminhoco, com uma seleção que vai de Beatles para bebês, Mozart, uma coletânea de clássicos dos mais variados, Canções de Ninar, Palavra Cantada até Sade Abu e Norah Jones. E sempre, mas sempre mesmo, em toda soneca ou hora de dormir, a música o acompanha e embala seu soninho. E eu tenho absoluta certeza da memória musical intrauterina dele. Como eu sei disso? Bom, uma das músicas que fazia ele mexer muito na barriga era "Por Elise", sempre que eu ouvia essa música ele mexia muito, chutava, ficava louco na barriga. Depois que nasceu, é só colocar essa música e ele automaticamente vai se acalmando e dorme.
Então um amigo me falou do projeto de Musicalização Infantil da UFPR. Ele havia matriculado os filhos e achava que ainda tinham vagas. Liguei correndo pra eles, mas segundo a moça que atendeu as vagas já haviam sido preenchidas. Mas ela me falou pra aparecer no dia da aula e conversar com a professora, quem sabe eles não abriam uma exceção.
A turma de bebês era aos sábados, 9:30h da madruga. E lá fui eu, com bebê nos braços, num frio tipicamente curitibano, munida do meu charme incrível de mãe de primeira viagem, batalhar pela tal vaga pro Chico. Claro que a professora se encantou com ele e a vaga estava garantida! Eba! Desde então, todo sagrado sábado estamos lá, faça chuva, frio ou sol - pra Francisco curtir, brincar, cantar, bater palmas e interagir com outras crianças.
[caption id="attachment_454" align="aligncenter" width="367" caption="Francisco durante a aula, com toda a turminha!"]
Ele começou a música quase junto com a escola e a interação com outras crianças do mesmo tamanho também. E fissurado do jeito que sempre foi por música, logo estava totalmente ambientado.
Mas você vai me perguntar: ele nem tinha um ano ainda, como é aula de música pra essa idade?
Claro que ele não fica sozinho lá e sai cantando e dançando todas as músicas. A aula para os pequenos é acompanhada dos pais que interagem junto, cantam, babam e ajudam o pequeno a participar e sociabilizar. O desenvolvimento deles é visível em cada nova aula. O Francisco no começo não participava tanto, mas logo começou a imitar as coreografias das professoras e em casa eu estimulava cantando as mesmas musiquinhas no banho e nas brincadeiras.
O projeto é muito bacana e vale a pena participar. No final do semestre foi feita uma aula aberta para pais e familiares babarem por seus pequenos músicos.
Se você é de Curitiba e quiser conhecer o projeto, acesse o site deles aqui. Mas com certeza em sua cidade deve haver algum projeto parecido. Vá conhecer e, se puder, leve seu filho. Está provado que a música é essencial para o desenvolvimento do bebê. Não só pelo gosto musical, como também por seu intelecto e capacidade de raciocínio lógico.
Especialistas são categóricos em afirmar que não há idade certa para a criança entrar em contato com os instrumentos musicais. “Desde bebê é importante estimulá-la a bater um tambor ou somente tocar nas teclas de um piano. E, com o crescimento, ela começa a criar sua própria identidade e é capaz de escolher os instrumentos que mais a agradam”, ensina a pedagoga Érica.
E se você ainda tem dúvidas que a música é extremamente importante para o desenvolvimento do seu filho, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriram que após seis meses tendo aulas de piano, crianças pré-escolares tinham desempenho 34% melhor em testes de raciocínio do que aquelas que não tinham nenhum treino. E também que a música é capaz de facilitar o aprendizado da língua oral nativa e mesmo estrangeira.
A musica é muito importante para as crianças em todo o período de desenvolvimento. Portanto, estimule seu filho a desenvolver seu talento musical. Você não vai se arrepender.
bjinhos,
;o)
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domingo, 2 de agosto de 2009
Francisco está andando!!!
Pois é, ontem tivemos essa novidade aqui em casa. O Chico começou a dar seus primeiros passinhos sozinho.
Êbaaaaaaa!!!!
Claro que ele anda uns 3 ou 4 passos e cai, mas se levanta sozinho e continua. Ainda chama por nós pra mostrar a novidade.
Ontem ele chamava o pai e continuava andando.
Logo volto com mais novidades da nova fase do Chico.
bjinhos,
;o)
Êbaaaaaaa!!!!
Claro que ele anda uns 3 ou 4 passos e cai, mas se levanta sozinho e continua. Ainda chama por nós pra mostrar a novidade.
Ontem ele chamava o pai e continuava andando.
Logo volto com mais novidades da nova fase do Chico.
bjinhos,
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Escola e bebês: como tomar essa decisão.
Quando decidimos colocar o Francisco numa escolinha, choveu críticas e questionamentos. A família e os amigos diziam que ele era muito novinho (11 meses quando foi pra aula pela primeira vez), de que era cedo, que podíamos esperar ele crescer mais um pouquinho. Mas é fácil você falar e criticar, difícil é ter um bebê em casa que quer atenção o tempo todo, e você tem casa pra cuidar, trabalho pra fazer, faculdade pra terminar. Essas coisas não passam pela cabeça das pessoas, que cada um tem suas atividades diárias e que não podem ficar paradas. E se você trabalha em casa, como eu, as pessoas não acham que seja um grande problema ter que ficar atrás do bebê engatinhando pela casa toda.
Depois de muito pensar e repensar, analisar prós e contras e finalmente decidir que já era hora comecei então uma pesquisa nas escolas próximas de casa. Peguei informações na internet, folders, informações com outros pais e reuni todo o material necessário para decidir qual era a melhor opção no caso do meu filho.
É importante, nesse momento de escolha do local que você tenha toda a informação possível sobre o estabelecimento que vai cuidar do seu filho. Você deve ficar segura que ele estará bem cuidado e que a escola reúna todas as condições para melhor atender o pequeno, na fase em que ele se encontrar.
No meu caso, decidi por dois colégios que eu já conhecia de nome e de indicações de amigos, e que cabiam no meu orçamento. Agora faltava visitar o espaço e ver se as escolas atendiam a todas as minhas expectativas quanto ao espaço e ambiente. Acho esse o ponto mais importante: nós, como pais e mães, precisamos estar seguros que nossos filhos estarão bem e que o ambiente esteja de acordo com nossos interesses.
Armada de todas as informações segui rumo à primeira escola pra visitar o espaço e entender a metodologia da mesma. Já na portaria me repassaram um folder com preços e informações sobre a escola. Perguntei se era possível visitar a sala, conhecer as professoras, conhecer a escola e eles me informaram que não era possível. Como assim? Vou deixar meu filho de menos de um ano em um local que eu não conheço? Pra mim essa informação foi decisiva sobre o estabelecimento. Não tinha adaptação para ele, eu o entregaria para a professora e não teria nem como conhecer o ambiente em que ele estaria. Definitivamente isso pra mim não dava.
Vamos então à segunda opção. Entrei na escola pedindo informações e uma coordenadora muito simpática me pegou pelo braço e me levou ao espaço destinado para os pequenos, e me explicou detalhadamente como tudo funcionava ali. Logo depois veio a diretora e me levou para conhecer todo o ambiente da escola, explicou como funcionava a alimentação dos pequenos, me disse que ele teria que fazer uma adaptação onde eu entraria na sala para ele sentir confiança e que eu poderia ficar à vontade para levá-lo o tempo que fosse necessário. No meu caso eu expliquei que não queria levá-lo todos os dias, pois não achava que era necessário agora no começo que ele ficasse tanto tempo na escola. E ela me explicou que eu decidiria o que seria melhor para meu filho.
O ambiente era seguro, totalmente preparado para os pequenos, a sala de aula totalmente esterilizada, onde precisávamos colocar uma pantufa para entrar em sala e esterilizar as mãos com álcool. Se eu estava com dúvidas, todas se dissiparam naquele momento, aquele era o ambiente para acolher meu filho nesse primeiro contato dele com a escola.
O mais importante é você colocar na balança o que é importante para você como mãe e pai. Não siga o que os outros pensam sobre o local, vá até lá e tire suas próprias conclusões. Afinal é o seu filho que você vai deixar com essas pessoas, e você deve confiar totalmente no estabelecimento.
Fizemos dois dias de adaptação, a mais rápida da turma segundo a professora. O Francisco já ficou totalmente à vontade desde o primeiro momento. E me deu tchau no segundo dia, pulando para o colo da professora, quer dica maior de que ele gostou do lugar? Eu não tive dúvidas e estou totalmente feliz com minha escolha.
Então é isso, se você decidir que chegou a hora de colocar seu bebê numa escola, faça uma lista do que é importante para você que a escola forneça. Pra mim pode ser uma coisa e pra você outra, então é muito importante que a gente siga a intuição e faça uma análise bem séria de prós e contras até decidir pela melhor opção. E não hesite em perguntar, tirar dúvidas, fazer questionamentos, visitar o espaço, conhecer pessoalmente as professoras.
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê.
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio.
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê.
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só.
- Atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças?
Essas são algumas ideias do que você deve perguntar. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Esse é um assunto delicado e longo. Poderia falar sobre isso por horas, mas acho que já falei demais.
Bjinhos,
Ale
;o)
PS: Se você tem algum tipo de experiência diferente com a escolha da escola do seu filho, não deixe de entrar em contato e contar pra mim. Ok?
PS2: Não estou aqui fazendo propaganda de nenhum estabelecimento, em função disso suprimi o nome das escolas citadas.
Depois de muito pensar e repensar, analisar prós e contras e finalmente decidir que já era hora comecei então uma pesquisa nas escolas próximas de casa. Peguei informações na internet, folders, informações com outros pais e reuni todo o material necessário para decidir qual era a melhor opção no caso do meu filho.
É importante, nesse momento de escolha do local que você tenha toda a informação possível sobre o estabelecimento que vai cuidar do seu filho. Você deve ficar segura que ele estará bem cuidado e que a escola reúna todas as condições para melhor atender o pequeno, na fase em que ele se encontrar.
No meu caso, decidi por dois colégios que eu já conhecia de nome e de indicações de amigos, e que cabiam no meu orçamento. Agora faltava visitar o espaço e ver se as escolas atendiam a todas as minhas expectativas quanto ao espaço e ambiente. Acho esse o ponto mais importante: nós, como pais e mães, precisamos estar seguros que nossos filhos estarão bem e que o ambiente esteja de acordo com nossos interesses.
Armada de todas as informações segui rumo à primeira escola pra visitar o espaço e entender a metodologia da mesma. Já na portaria me repassaram um folder com preços e informações sobre a escola. Perguntei se era possível visitar a sala, conhecer as professoras, conhecer a escola e eles me informaram que não era possível. Como assim? Vou deixar meu filho de menos de um ano em um local que eu não conheço? Pra mim essa informação foi decisiva sobre o estabelecimento. Não tinha adaptação para ele, eu o entregaria para a professora e não teria nem como conhecer o ambiente em que ele estaria. Definitivamente isso pra mim não dava.
Vamos então à segunda opção. Entrei na escola pedindo informações e uma coordenadora muito simpática me pegou pelo braço e me levou ao espaço destinado para os pequenos, e me explicou detalhadamente como tudo funcionava ali. Logo depois veio a diretora e me levou para conhecer todo o ambiente da escola, explicou como funcionava a alimentação dos pequenos, me disse que ele teria que fazer uma adaptação onde eu entraria na sala para ele sentir confiança e que eu poderia ficar à vontade para levá-lo o tempo que fosse necessário. No meu caso eu expliquei que não queria levá-lo todos os dias, pois não achava que era necessário agora no começo que ele ficasse tanto tempo na escola. E ela me explicou que eu decidiria o que seria melhor para meu filho.
O ambiente era seguro, totalmente preparado para os pequenos, a sala de aula totalmente esterilizada, onde precisávamos colocar uma pantufa para entrar em sala e esterilizar as mãos com álcool. Se eu estava com dúvidas, todas se dissiparam naquele momento, aquele era o ambiente para acolher meu filho nesse primeiro contato dele com a escola.
O mais importante é você colocar na balança o que é importante para você como mãe e pai. Não siga o que os outros pensam sobre o local, vá até lá e tire suas próprias conclusões. Afinal é o seu filho que você vai deixar com essas pessoas, e você deve confiar totalmente no estabelecimento.
Fizemos dois dias de adaptação, a mais rápida da turma segundo a professora. O Francisco já ficou totalmente à vontade desde o primeiro momento. E me deu tchau no segundo dia, pulando para o colo da professora, quer dica maior de que ele gostou do lugar? Eu não tive dúvidas e estou totalmente feliz com minha escolha.
A prova de que o Francisco gostou da escola!
Então é isso, se você decidir que chegou a hora de colocar seu bebê numa escola, faça uma lista do que é importante para você que a escola forneça. Pra mim pode ser uma coisa e pra você outra, então é muito importante que a gente siga a intuição e faça uma análise bem séria de prós e contras até decidir pela melhor opção. E não hesite em perguntar, tirar dúvidas, fazer questionamentos, visitar o espaço, conhecer pessoalmente as professoras.
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê.
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio.
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê.
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só.
- Atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças?
Essas são algumas ideias do que você deve perguntar. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Esse é um assunto delicado e longo. Poderia falar sobre isso por horas, mas acho que já falei demais.
Bjinhos,
Ale
;o)
PS: Se você tem algum tipo de experiência diferente com a escolha da escola do seu filho, não deixe de entrar em contato e contar pra mim. Ok?
PS2: Não estou aqui fazendo propaganda de nenhum estabelecimento, em função disso suprimi o nome das escolas citadas.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Engatinhar é necessário para o desenvolvimento.
Muitas vezes os pais acham que se o bebê andar logo é por que ele é mais inteligente ou mais esperto. Mas você sabia que é muito importante para o desenvolvimento neurológico do bebê que ele engatinhe?
Pois é a mais pura verdade.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são igualmente importantes, mas o engatinhar estimula o desenvolvimento sensório-motor. Pular a fase do engatinhar pode trazer prejuízos no desenvolvimento da criança.
[caption id="attachment_48" align="aligncenter" width="276" caption="Francisco engatinhando aos 8 meses"]
[/caption]
Estudos realizados pelo Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra, indicam que os bebês são colocados muito tempo sentados em cadeiras e pouco tempo no chão, impedindo a oportunidade de engatinhar, levando a prejuízos na fala e escrita.
A partir do sétimo mês, aproximadamente, os bebês começam a perceber que eles e as mães não são a mesma coisa. Juntamente com essa consciência vem também a consciência de seu corpo. O bebê vai então desfrutar de uma incrível sensação de liberdade. Ele estará apto para realizar as primeiras expedições pela casa.
"É a descoberta de um novo mundo, a criança cria novas relações espaciais e ganha um repertório mais amplo", afirma Dr. Mauro Muszkat,. Agora tudo é uma ação motora."A partir da experiência corporal, das novas vivências, o bebê constrói imagens e pensamentos", acrescenta a psicomotricista Izabel Bicudo.
O desenvolvimento das crianças pode ser avaliado por três aspectos: neuromotor, anato-fisiológico e psicológico. O primeiro é responsável pela consciência do eixo corporal, que é fundamental para o equilíbrio e as noções de lateralidade (percepção do que está à direita ou à esquerda, na frente ou atrás...). O segundo está ligado ao fortalecimento muscular, à formação da curvatura cervical e lombar, posicionando a coluna de forma mais correta, e à curva plantar, que o pezinho do bebê não tinha antes. Nessa fase de início de independência, de autonomia e mobilidade, a criança descobre que a mãe é uma coisa e ela outra.
"Até então, o bebê achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. O desenvolvimento psicológico surge a partir das experiências corporais", completa Izabel.
Então, coloque seu filho no chão e deixe que ele ganhe o mundo.
Ok, você vai me perguntar: mas meu filho já anda, e não engatinhou, e agora? Ele não se desenvolverá por causa disso?
Na verdade mesmo que ele tenha pulado essa fase importante e já esteja andando, você pode estimula-lo a engatinhar com brincadeiras. Estimule-o a engatinhar espalhando brinquedos de seu interesse pela casa, você também pode imitar o ato de engatinhar, logo ele achará um barato engatinhar atrás de você e vai adorar a nova brincadeira. O importante é que ele não pule essa fase.
A vivência que a criança adquire arrastando-se pelo chão é fundamental para o amadurecimento do mesencéfalo - parte do cérebro responsável pela remessa de mensagens ligadas à realização de movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais passam a trabalhar unidos.
E o mais importante: não tenha receio de seu filho engatinhar. Deixar a criança no chão é ótimo para o desenvolvimento dela. Prepare o ambiente para que fique seguro e confortável. Cuidado com tomadas, quinas de mesa e outras situações que possam colocá-lo em perigo. Se achar necessário faça alguns possíveis caminhos nessa posição, você poderá observar o ambiente pela visão do bebê e terá mais chances de notar situações perigosas.
O Francisco está com 1 ano e 1 mês e ainda está na fase do engatinhar. E todos me perguntam se ele já anda: não. Ele se apoia nas coisas, levanta, anda encostado nas paredes, mas não teve ainda coragem pra se lançar por aí. E tudo bem, cada criança é única e tem seu tempo para as coisas. Acho que o maior problema são os pais querendo apressar as coisas. Enquanto ele estiver com o desenvolvimento perfeito como está até agora, deixa que ele descubra o mundo no tempo dele.
Quando ele tiver que andar, vai andar. Enquanto isso deixa que o sistema neurológico dele continue se desenvolvendo.
[caption id="attachment_49" align="aligncenter" width="276" caption="Francisco explorando a casa aos 11 meses"]
[/caption]
.É isso.
Pois é a mais pura verdade.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são igualmente importantes, mas o engatinhar estimula o desenvolvimento sensório-motor. Pular a fase do engatinhar pode trazer prejuízos no desenvolvimento da criança.
[caption id="attachment_48" align="aligncenter" width="276" caption="Francisco engatinhando aos 8 meses"]
Estudos realizados pelo Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra, indicam que os bebês são colocados muito tempo sentados em cadeiras e pouco tempo no chão, impedindo a oportunidade de engatinhar, levando a prejuízos na fala e escrita.
A partir do sétimo mês, aproximadamente, os bebês começam a perceber que eles e as mães não são a mesma coisa. Juntamente com essa consciência vem também a consciência de seu corpo. O bebê vai então desfrutar de uma incrível sensação de liberdade. Ele estará apto para realizar as primeiras expedições pela casa.
"É a descoberta de um novo mundo, a criança cria novas relações espaciais e ganha um repertório mais amplo", afirma Dr. Mauro Muszkat,. Agora tudo é uma ação motora."A partir da experiência corporal, das novas vivências, o bebê constrói imagens e pensamentos", acrescenta a psicomotricista Izabel Bicudo.
O desenvolvimento das crianças pode ser avaliado por três aspectos: neuromotor, anato-fisiológico e psicológico. O primeiro é responsável pela consciência do eixo corporal, que é fundamental para o equilíbrio e as noções de lateralidade (percepção do que está à direita ou à esquerda, na frente ou atrás...). O segundo está ligado ao fortalecimento muscular, à formação da curvatura cervical e lombar, posicionando a coluna de forma mais correta, e à curva plantar, que o pezinho do bebê não tinha antes. Nessa fase de início de independência, de autonomia e mobilidade, a criança descobre que a mãe é uma coisa e ela outra.
"Até então, o bebê achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. O desenvolvimento psicológico surge a partir das experiências corporais", completa Izabel.
Então, coloque seu filho no chão e deixe que ele ganhe o mundo.
Ok, você vai me perguntar: mas meu filho já anda, e não engatinhou, e agora? Ele não se desenvolverá por causa disso?
Na verdade mesmo que ele tenha pulado essa fase importante e já esteja andando, você pode estimula-lo a engatinhar com brincadeiras. Estimule-o a engatinhar espalhando brinquedos de seu interesse pela casa, você também pode imitar o ato de engatinhar, logo ele achará um barato engatinhar atrás de você e vai adorar a nova brincadeira. O importante é que ele não pule essa fase.
A vivência que a criança adquire arrastando-se pelo chão é fundamental para o amadurecimento do mesencéfalo - parte do cérebro responsável pela remessa de mensagens ligadas à realização de movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais passam a trabalhar unidos.
E o mais importante: não tenha receio de seu filho engatinhar. Deixar a criança no chão é ótimo para o desenvolvimento dela. Prepare o ambiente para que fique seguro e confortável. Cuidado com tomadas, quinas de mesa e outras situações que possam colocá-lo em perigo. Se achar necessário faça alguns possíveis caminhos nessa posição, você poderá observar o ambiente pela visão do bebê e terá mais chances de notar situações perigosas.
O Francisco está com 1 ano e 1 mês e ainda está na fase do engatinhar. E todos me perguntam se ele já anda: não. Ele se apoia nas coisas, levanta, anda encostado nas paredes, mas não teve ainda coragem pra se lançar por aí. E tudo bem, cada criança é única e tem seu tempo para as coisas. Acho que o maior problema são os pais querendo apressar as coisas. Enquanto ele estiver com o desenvolvimento perfeito como está até agora, deixa que ele descubra o mundo no tempo dele.
Quando ele tiver que andar, vai andar. Enquanto isso deixa que o sistema neurológico dele continue se desenvolvendo.
[caption id="attachment_49" align="aligncenter" width="276" caption="Francisco explorando a casa aos 11 meses"]
.É isso.
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