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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A importância da rotina para o bebê

Olá,

O blog andou parado pois ainda estou em fase de reestruturação das postagens, calendário de postagens semanais e temas relevantes. Em função disso e do início do ano de 2016 resolvi esperar um pouco para recomeçar os posts regulares como estava fazendo.

Para recomeçar com todo gás, resolvi abordar um dos principais temas da maternidade: a rotina do bebê. Esse é, sem dúvida, o tema mais acessado aqui no blog e as postagens que tratam sobre o assunto estão entre as Top 5.

Não era para menos já que o assunto é recorrente para toda mamãe, principalmente as de primeira viagem. A chegada do bebê em casa, o período de puerpério e a amamentação são os principais motivos de cansaço das "novas" mamães e também os responsáveis por alguns problemas enfrentados por essas mamães nesse período como, por exemplo, a depressão pós-parto.

A importância da rotina para o bebê


Nem sempre é fácil estabelecer uma rotina para esse bebê recém-nascido, muitas vezes nos perdemos nas fofuras e delícias dessa fase, recebemos muitas visitas e estamos cansadas para sequer tentar uma alternativa. Então, na maioria das vezes, deixamos o bebê dormir colado conosco, amamentamos em livre demanda e dormimos sentadas com o bebê no colo! Quem nunca?

Quem resiste a uma fofura dessas?

Há quem diga que essa rotina não deve ser estruturada logo de início pois o bebê é ainda muito pequeno e precisa do contato com a mamãe em tempo integral. Mas há também os que acreditam na estruturação dessa rotina o quanto antes para que mãe e bebê possam passar por essa fase inicial tranquilamente.

Controvérsias à parte, sou da opinião que devemos seguir o caminho do meio, o equilíbrio é a chave para estabelecermos uma rotina assim que possível e também dar total atenção e contato físico para nossos babys.

Pensando nisso há um tempo atrás escrevi um pouco sobre minha experiência com a Rotina EASY da Encantadora de Bebês. Essa rotina foi responsável por finalmente meu filho Francisco dormir, depois de meses só cochilando pequenos períodos durante o dia e à noite. A Rotina funcionou para mim naquele momento e foi sim muito importante para que eu pudesse descansar um pouco mais. Se você quiser conhecer um pouco sobre a Rotina EASY e como eu a estabeleci com o Francisco acesse os posts "Todo bebê deve ter uma rotina sim!", "Uma rotina para o bebê" , "Rotina EASY - 6 semanas a 4 meses" e "Rotina EASY - 4 a 6 meses".

Segundo filho e a rotina


Chegamos agora em um ponto crucial, como estabelecer a rotina com a chegada do segundinho? Pois então que confesso que até tentei no primeiro mês estabelecer a rotina com a Ana Clara, mas os horários dela e do Francisco não batiam e eu acabava tendo que ir levar o pequeno na escola com ela junto bem na hora que ela deveria tirar a soneca do EASY. Depois vieram as mudanças de cidade e de país e foi aí que a coisa bagunçou de vez e nós nos perdemos na rotina. 

Ela sempre foi um pouco melhor para dormir do que o irmão, mas acordava muito durante a madrugada para mamar. Achei que o fato dela não mamar mais no peito desde os três meses (meu leite secou!) facilitaria para que ela dormisse melhor, mas me enganei redondamente. Chegava ao ponto da bichinha mamar duas a três vezes por noite!

Em Israel tentei estabelecer um horário para ela dormir, com rotina de jantar e banho bem certinhas e a mamadeira do "tanque cheio" já na hora de deitar, mas não sei se o calor ou o que foi que simplesmente não funcionou. Ela costumava ir dormir muito mais tarde e ainda acordava as duas ou três vezes durante a noite para mamar. Sonecas durante a tarde ou pela manhã eram muito raras. Dizem que criança para dormir bem à noite precisa tirar um ou duas sonecas durante o dia, mas o fato é que a Ana não fazia isso, ficava acordada desde às 7 da manhã até 22horas, sem intervalo para descanso da mamãe aqui. 

Preciso dizer que fiquei esgotada?

Rotina para crianças mais velhas: será que funciona?


Essa era a minha grande dúvida! Pois bem que retornamos para o Brasil e eu resolvi tentar novamente estabelecer a rotina de sono dela para ver se cortava as famosas mamadas da madrugada e também se ela dormia a noite inteira. Estava um pouco receosa de não funcionar, afinal ela já tem quase 2 anos! 
Então há duas semanas criei coragem e comecei a rotina novamente. Desde então ela tem ido dormir pontualmente às 21 horas (às vezes até antes desse horário) e, por incrível que pareça, está dormindo a noite inteira na maioria das vezes. Ufa!

Adeus mamadas da madrugada!!! Yeah!

O que mudou?

Posso dizer com toda certeza que TUDO! Ela está mais ativa, menos manhosa para dormir, tira uma soneca durante o dia de umas duas horas e, finalmente, dorme a noite inteira dando um descanso merecido para a mamãe. 

Como estruturei novamente a rotina?

Mas vocês devem estar se perguntando como eu consegui estruturar novamente a rotina com uma bebê de 1 ano e 10 meses. E só tenho duas palavras: consistência e paciência! Essas foram as chaves. Desde o dia em que decidi estruturar a rotina tenho mantido uma sequência todas as noites: primeiro ela toma o banho*, depois janta, brinca mais um pouco e já está no horário de deitar. Levo a mamadeira e fico com ela no quarto até ela terminar de mamar e adormecer. Pronto. 

Já estou quase conseguindo sair do quarto antes dela adormecer, mas ainda sinto que ela fica mais segura quando eu estou fazendo companhia até ela pegar no sono. E não me custa ficar mais esses 10 minutos com ela. 

O fato dela ter um quartinho só seu também ajudou bastante, já que podemos fechar a porta e deixar o ambiente escurinho** e tranquilo para ela dormir. 

*pra quem ficou em dúvida do porquê eu dar banho antes do jantar é porque meus filhos ficam mais ativos com o banho. Francisco e Ana Clara não ficam com sono depois do banho, precisam de um tempo para relaxar e dormir. Por isso prefiro dar o banho antes, assim ela tem o jantar e o tempinho de brincar para "descansar" do banho. ;) 
** meus filhos sempre dormiram com o quarto escurinho, nunca coloquei luz de presença ou deixei uma luz na casa acesa. Eles estão acostumados e nunca estranharam. E não, eles não tem medo! ;)

Hoje eu vejo como a rotina tem sido importante para o bem estar dela, só essa pequena alteração fez uma diferença enorme nas nossas vidas e da Ana Clara que tem estado muito menos irritada durante o dia, está comendo melhor e dormindo a noite inteira!

Se você acha que é tarde demais pois seu filho passou da idade de entrar num ritmo, eu te convido a tentar novamente. Faça uma rotina por duas semanas sem intervalos (lembre-se que a consistência é a chave para dar certo!). Insista e confira por você mesmo como seu filho ficará muito melhor e mais descansado. 

Cientistas comprovam que criança que dorme pouco torna-se irritada, birrenta e manhosa. O sono é muito importante para os bebês!

Depois venham nos contar e dividir suas experiências conosco!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

5 coisas que toda mãe deve saber sobre "Terrible Two"!

5 coisas que toda mãe/pai deve saber sobre "TERRIBLE TWO"



Minha bebê cresceu! A Ana Clara acabou de completar 1 ano e 9 meses e entrou na fase de testar os limites! Os temíveis "Terrible Two" chegaram com tudo por aqui. Essa é uma fase complicada, de birras, gritos, choros intermináveis e muita conversa. Como estou vivendo nesse momento esse período, resolvi escrever algumas dicas para ajudar outras mamães que estão passando pelo mesmo! 

1. O que são os Terrible Two?

O chamado "Terrible Two" é a fase da "adolescência do bebê". Poderíamos traduzir a expressão como os "Terríveis Dois Anos" e acontece justamente nessa fase do bebê: entre 1 ano e 6 meses a 2 anos. É uma etapa onde o bebê começa a ter noção de si mesmo como indivíduo separado da mãe, um marco para o desenvolvimento da criança como pessoa e ser pensante. O bebê, que antes se identificava totalmente como parte e uma extensão dos pais, passa agora a se descobrir como indíviduo separado, com gostos e necessidades próprias. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Bebês pequenos fazem manha?



Olá!


Faz algum tempo que escrevi esse post e acabei não publicando. Foi uma fase com a Ana Clara um pouco complicada: ela chorava todos os dias praticamente no mesmo horário. Como era mais ou menos o mesmo período em que os bebês tem cólicas (3 ou 4 meses), eu logo achei que pudesse ser isso. Mas o que me deixou bastante intrigada era o fato de que ela só chorava nesse horário (por volta de 19 - 20h). Durante o restante do tempo era um bebê tranquilo. Isso me fez desconfiar de que não se tratava de cólica e sim de manha pura!

Mas será que bebês tão pequenos podem fazer manha?
A resposta a essa pergunta é: SIM! E é mais comum do que se pensa!

Primeiro foi preciso analisar bem a situação para determinar se a pequena estava mesmo de manha ou se tinha algum problema de saúde. Para isso, marquei imediatamente consulta com o Dr. Mário para que ele a examinasse e me desse uma luz. O Dr. foi enfático em afirmar que ela não tinha cólicas e o fato do choro acontecer somente em determinado horários, todos os dias, mostrava que não poderia ser simplesmente dor, já que a cólica aconteceria em outros horários também. Ele me disse que provavelmente o que estava acontecendo era que nesse horário alguma mudança ocorria em casa, ela não tinha toda a atenção da mãe, já que era mais ou menos o horário em que o pai e os irmãos chegavam em casa. E essa foi a forma dela conseguir chamar a atenção para ela.

Sabendo disso, programei algumas mudanças para que essa situação mudasse. Primeira mudança: hora da pequena dormir em seu berço! Até esse momento ela estava dormindo no carrinho ao lado da minha cama pois tenho certo receio de deixar o bebê sozinho no quartinho tão novinha! E como as mamadas eram de duas em duas horas, achei bem mais fácil trazê-la para nosso quarto. Mas desde esse momento passei a deixá-la dormir em seu quarto. Lembra que falei estar mais tranquila da segunda vez? Pois bem, aqui a segunda experiência foi também melhor que da primeira onde o Francisco só foi pro berço dele com quase 6 meses! Ana Clara tinha, então, 3 meses. Foi essencial essa pequena mudança para ela. A segurança de estar no canto dela ajudou com os choros.

Outra mudança foi o horário do banho. Antes eu começava a preparar o banho lá pelas 19- 20h, exatamente no mesmo momento em que começava também o chororô da moça. Era um momento turbulento da casa, já que o pai e os irmãos chegavam bem nesse horário e entre dar banho nos meninos, ajeitar um jantar para eles e dar banho na bebê era um estresse tremendo para ela. Adiantei o banho dela para o final da tarde, assim tinha tempo de dar total atenção para a pequena. Notei também que, assim como o irmão Francisco, a Ana Clara não relaxa com o banho como a maioria dos bebês. O banho tem efeito contrário nela, ela fica ligada depois do banho e dificilmente consegue dormir logo que termina o banho. São necessárias umas duas horas para que ela finalmente relaxe e então consiga dormir. Sendo assim, dar o banho tarde é a pior coisa que poderia fazer pois ela ao invés de relaxar, queria mais atenção e brincadeiras. Alterar o horário do banho ajudou nesse sentido, pois ela ficava alerta mais cedo e quando os irmãos finalmente chegavam ela então já estava cansada e conseguia relaxar e dormir.

O importante é sempre observar o seu filhote e tirar suas próprias conclusões. Não tem como seguir um manual pois cada criança é diferente. Aprendi com o Francisco que não adiantava dar banho pra ele dormir, porque ele ficava ainda mais alerta. Muito menos dar banho para baixar a febre que geralmente subia muito depois do banho. A Ana Clara é bem parecida com o irmão nessa questão de ficar alerta com o banho. A maioria das pessoas não acreditava quando eu dizia que o Francisco era diferente. Observe seu filho, veja como ele reage às diversas situações. Use sua intuição e não dê muita bola ao que dizem mães, avós, tias e vizinhas. As pessoas têm mania de se meter e dar pitaco na criação dos filhos dos outros dizendo que devem fazer assim ou assado. Quer um conselho? Escute o que eles tem a dizer e filtre só o que te servir. Não tem como seguir o manual do filho da vizinha já que seu filho é diferente. O filho dela pode dormir a noite toda e o seu acordar a cada duas horas. Cada criança é única e trate-a como única. Seu filho vai te ensinar a melhor forma de agir com ele, confie!

E, acredite, ele pode fazer sim uma manha vez ou outra pra te chamar a atenção!

Bjinhos,
Ale

sexta-feira, 16 de maio de 2014

As terríveis cólicas!

Quando me falavam que ser mãe de dois (eventualmente três quando Noah está conosco) não seria fácil, achei que estavam exagerando. Pois bem, Ana Clara nasceu tranquila, dormia bem, mamava melhor ainda, tudo correndo bem até que ... começaram as cólicas!

Bem vinda novamente ao inferno na Terra!!!



Aquela bebê que dormia a maior parte do tempo de uma hora para outra transforma-se numa fábrica de berros e gritos enlouquecedores! Entre andar pela casa com um bebê aos berros a madrugada inteira e ter outra criança te pedindo coisas durante o dia, perdi todos os quilos conseguidos com muito esforço durante a gravidez e mais dois de lambuja!
Posso dizer que definitivamente não é fácil ter filhos e, claro, não é pra qualquer um! Fico imaginando como deve ser enlouquecedor ter gêmeos nessa hora! Chegou ao ponto de eu e Rafa ouvirmos ela chorar até quando estava dormindo placidamente!

Além de você ter um bebê que não para de berrar um segundo sequer, ainda tem outras crianças que precisam de atenção, cuidados, comida, banho, ajuda nas tarefas da escola. O meu maior medo era que o Francisco e o Noah ficassem com ciúmes da irmã porque tínhamos que dar mais atenção pra ela em função das cólicas.

Mas como fazer para atender a bebê que está com dor e depende de você para tudo e não deixar os pequenos de lado? Essa é a grande pergunta que nos fizemos e a solução: divisão de tarefas! O Rafael foi essencial nesse momento pois me ajudava com a bebê para eu fazer a comida, ou ele próprio ia pro fogão preparar alguma coisa para comermos ou ajudava no banho dos dois pequenos! Santa escola que nos dá as tardes livres para cuidarmos só da bebê.

É muito importante ter o apoio do pai nessas horas, pois não sei como seria dar banho nos meninos com a pequena berrando no colo! Fazíamos uma espécie de mutirão para cuidar dos dois pequenos: ele dava banho e eu enxugava e vestia! Ele cuidava da bebê e eu dava o jantar! E assim foi nesse período.

Se seu filho não teve cólicas, sinta-se uma mãe de sorte! Mas eu sei bem o que é sofrer com isso pois o Francisco teve muuuuita e começou tarde (quase 3 meses) e só foi embora por volta dos 5 meses.
Ana Clara foi mais dentro da média e começou com menos de dois meses.
Sobre as comidas que ingerimos e se passa ou não para o bebê que está mamando no peito não sei se é fato ou não. Os pediatras dizem que não tem base científica que garanta afetar o bebê, mas é interessante que você observe quando come determinado alimento se o bebê tem mais cólica ou não. No meu caso notei que o feijão a fazia chorar mais então achei melhor diminuir o consumo para que ela não sofresse tanto.
Se você está aqui procurando soluções mágicas para as cólicas, desista! Não tem o que fazer! Você pode dar remédio para os gases (se o pediatra receitar), pode massagear a barriga, fazer compressa com bolsa de água quente, carregar o bebê pela casa de bruços nos braços ou rezar! Tanto faz! Alivia mas não passa por completo! É questão de tempo e paciência pois o corpo do bebê está em formação e é normal que tenha cólica mesmo!

Entre berros e gemidos... salvaram-se todos!

Uma coisa é fato: na segunda vez é tudo muuuuito mais fácil e tranquilo para lidarmos com a situação. Lembro que com o Francisco eu era muito mais neurótica e morria de medo das coisas não darem certo e também de que essa fase não passasse nunca. Isso fez com que eu sofresse bem mais tempo e ele ficasse muito mal acostumado. Só dormia se fosse no colo, ao menor sinal de que eu não estava por perto abria o bico e raramente dormia em outro colo que não fosse o meu. Além de não pegar chupeta, o que era muito mais cansativo pois ele queria estar sempre grudado no peito.

Pois bem, agora a coisa foi bem diferente. Foi mais fácil lidar com a fase e posso dizer que bem mais rápido para a Ana Clara superar também. Talvez a minha tranquilidade a faça se sentir confiante. Claro que tem o fato de nenhuma criança ser igual à outra e talvez ela seja naturalmente mais tranquila para dormir e passar pelas situações mas o fato é que chegamos agora perto do terceiro mês e ela praticamente não tem mais cólicas!

Agora é hora dela entrar no ritmo da nossa casa!
É bom o bebê recém chegado entrar no ritmo da casa e não o contrário! Jamais devemos deixar que o novo membro da família interfira na rotina já existente, sob risco de termos problemas maiores no futuro.

No próximo post vou falar sobre a famosa rotina e como ela é importantíssima para o bebê e para a família!
Esse é um dos maiores problemas das mães de primeira viagem, passei sufoco com Francisco e agora com a Ana Clara já estabelecemos a rotina para não termos trabalho extra daqui pra frente!
Aguarde que tenho ótimas dicas!

bjinhos
Ale



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Mãe de segunda viagem

Sempre me disseram que a chegada do segundo filho era mais tranquilo, não tínhamos tantas neuras e as coisas caminhavam mais leves. Eu achava que não, que a gravidez seria igual a primeira e que eu estaria tão ansiosa e estressada como antes. Mas não é que me enganei?

Cheguei agora à metade do tempo de gestação e ainda não comprei absolutamente nada pra minha filhota! Sério, você leu certo, ainda não investi um centavo sequer em nada para a pequena que vai chegar. Ganhei presentes da madrinha, tia, tia-avó, avó, mas eu mesma não comprei nada, nadica de nada, nem uma chuquinha que seja.

Hoje me peguei pensando nisso e revendo a diferença entre as duas gestações. Quando estava grávida do Francisco eu já tinha um enxoval de respeito a essa altura do campeonato, desde fralda, paninhos, roupinhas, tip-tops e itens que eu nem usei depois. Agora eu estou menos ansiosa e mais tranquila quanto a isso e sei que no momento certo vou investir em algumas coisas pra pequena.

Percebo, agora, que a segunda gravidez nos deixa menos preocupadas, talvez por já termos passado por todo o processo e agora não há mais o mistério que havia na primeira gestação. Tudo era muito nebuloso e a imaginação ajuda a nos deixar nervosas. Como mãe de segunda viagem, sinto-me muito mais madura e tranquila em vários aspectos.

Resta saber se também vou estar tão tranquila quando chegar a hora dela nascer.

E vocês, passaram pelo mesmo na segunda gravidez?
Que tal dividir aqui sua experiência?

bjinhos,
Ale

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Parto do princípio


Muito se discute, comenta, briga, aumenta, reclama quando o assunto é "parto".
Qual o melhor: normal, humanizado, cesárea, em casa?

E nessas discussões todas é um tal de: o certo é assim ou assado, porque o melhor é isso ou aquilo, faça do meu jeito que eu sei exatamente o que é melhor, blá blá blá...

Em cada grupo ou blog que eu entro vejo as mais diversas opiniões sobre qual a melhor forma de parir, com mulheres exaltadas, defendendo seu modo de pensar como as únicas certezas do universo. Chatice!

Quer saber o que eu acho sobre esse assunto?
Cada parto é um parto e só a mulher tem o DIREITO de escolher e decidir como quer fazê-lo ou seu médico, no caso de risco para mãe e bebê. Ponto final.

Se eu prefiro um parto natural é porque acredito que será o melhor para mim e meu filho. Tive o Francisco de parto normal e pretendo também ter a Ana Clara dessa forma. Mas não julgo e nem aponto o dedo para as mulheres que preferem a cesárea porque acredito que ninguém tem nada a ver com isso, o corpo é dela, o filho é dela, o momento é dela e só ELA pode decidir o que é melhor para si.

Acho um saco quando as pessoas se julgam superiores por fazer assim ou assado. Se por acaso for preciso, eu farei cesárea também. Se a medicina avançou de forma a ajudar as mulheres nessa hora, que ótimo! Bora lá aproveitar e fazer uso desses avanços.

Quando nasci (e nasci de cesárea porque minha mãe não tinha dilatação) nem ultrassonografia era feita e a mulher só sabia o sexo do bebê quando este vinha ao mundo. Hoje podemos identificar uma possível anomalia, tratar problemas graves ainda no útero e coisas desse tipo graças aos avanços da ciência. E porque ainda vivemos na idade da pedra julgando mulheres que optam pela cirurgia no nascimento de seus filhotes? É totalmente irracional dizer que uma mulher é menos mãe por parir via cesariana (sim, já ouvi algumas mulheres dizendo isso).

O certo mesmo é o que você sente como certo, seja parto normal, humanizado, cesárea ou em casa, tanto faz. É um momento só seu e só a você cabe decidir o que é melhor nessa hora. Queria eu ter coragem para ter minha filha em casa, mas ainda não cheguei nesse nível.

E você, o que acha sobre o assunto?
bjinhos,

Ale


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O que vestir quando se está esperando?

Um dos maiores problemas da gravidez é não ter o que vestir com um armário cheio de roupas.

Eis que me encontro exatamente nessa fase agora. A barriga finalmente apareceu mas cada saída de casa deve ser pensada e programada com antecedência porque provavelmente vou trocar de roupa umas 5 ou 6 vezes.

Não sei se todas passam por isso mas como eu sou muito magrinha é sempre um problemão pois todas as minhas roupas já estão apertadas. Fora os vestidinhos (coisa complicada de usar em Curitiba porque tá sempre frio) as calças e camisas já não servem mais. E daí vem a pergunta: o que fazer?

Só de pensar em um evento social eu já tremo na base porque sei que vai ser um sufoco arranjar uma roupa que me sirva e que fique legal. Domingo fomos num aniversário da família e eu troquei de roupa umas 7 vezes até decidir por sair de camisa branca e calça jeans (a única que ainda me serve).

Na gravidez do Francisco passei os últimos meses vestindo batas e vestidos até a exaustão. E em todas as fotos dos eventos daquele período eu tô sempre com a mesma roupa. Cansativo, chato e deprimente.

Daí vem aquele chato e fala: mas porque você não comprou algumas roupas? Eu até tentei, mas o meu problema é que só engordo no "barrigón" e no restante continuo com o mesmo corpo. Agora tente comprar uma calça 34 que feche na barriga. Impossível. Com as camisas e camisetas acontece o seguinte: quando serve na barriga as mangas ficam gigantescas e horrendas.

A minha solução foi partir para os leggings ou aquelas calças de malha (nada elegantes, é verdade) e para camisetas folgadinhas e torcer para não surgir nenhum evento chique no meio do caminho. Mas como ainda temos pelo menos mais 5 meses até o nascimento da pequena a coisa tende a piorar.

Andei vendo algumas soluções para grávidas tais como elásticos para aumentar a cintura dos jeans normais, com faixas por cima para esconder. Só não sei se gostei muito da solução, parece que fica incômodo aquela faixa por cima da calça. E fiquei pensando na chatice toda vez que precisamos ir ao banheiro (coisa muito muito frequente nessa fase). Não sei ainda se vou encarar.


E vcs, meninas? Tinham também esse problema durante a gravidez?
Que tal compartilhar aqui sua experiência?

bjinhos,
Ale
;o)




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E lá vamos nós novamente!

Olá, pessoas...

Depois de um longo período de recesso, estamos de volta e agora com uma novidade: Estou grávida novamente!!!!

É isso mesmo! Em meio a um turbilhão de coisas e mudanças descobri a gravidez (totalmente inesperada). Entre o período de cair a ficha e os primeiros exames do pré-natal, agora sim me senti preparada para escrever sobre o assunto.

A família aumenta e com uma menina para segurar esses moleques todos. Ana Clara está firme e forte em seus 4 meses de existência no meu ventre. Segue crescendo bastante e mexendo horrores.

Interessante como os sentimentos são distintos da primeira gravidez. Nessa já pude sentí-la mexendo desde o fim do terceiro mês, o que não aconteceu na gravidez do Francisco.

Quanto ao nosso menino, está radiante! Ele já havia ganho um irmão, com o Noah, agora ganha uma irmã para unir ainda mais esses dois pequenos que se adoram como irmãos de verdade. Francisco adora conversar com a irmã na barriga e volta e meia canta pra ela. O levei em todos os ultrassons até agora, para que ele participe ativamente do processo todo. Ele adora ver a irmã no exame e sempre me pergunta se estamos indo buscá-la. Anda contando os dias para a chegada da pequena. Só quero ver quando ela chegar realmente se essa animação vai continuar, né?

Passado o susto, eu posso dizer que estou feliz e radiante com a chegada da minha mocinha e já contando os dias para tê-la em meus braços.

Enquanto ela não chega, pretendo usar esse espaço para também compartilhar com vocês o que ando vivendo durante essa nova gravidez. Os exames, a preparação para a chegada, o que levar na maternidade, a decoração do quartinho e o chá de bebê.

Fiquem à vontade para participar!

E lá vamos nós recomeçar a aventura da maternidade!!!

bjinhos,
Ale




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